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Uma Morte no RH

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Quando Miltinho chegou no departamento, viu a Gerente de RH debruçada sobre a mesa, mas não identificou imediatamente que ela estava morta.

Deduziu que ela havia passado a noite no escritório, como já fizera outras vezes, e havia pegado no sono após exaustivas horas de trabalho. Por isso, primeiro, colocou sua mochila no encosto da cadeira, tirou de dentro seu tablet, abriu a tampa do notebook que estava sobre o suporte – para que ficasse na posição ergonomicamente correta; coisas do RH… – e apertou power para deixar o Windows inicializando enquanto ia buscar seu primeiro café do dia, e só então disse “Bom dia, Inês! Inês? Inês? Inês…”, e descobriu que Inês não teria mais condições de ser a Gerente de RH.

“Ela estava com os dois braços estirados sobre a mesa e a cara em cima do teclado, com o nariz enfiado na letra F” – Miltinho descreveu para a Investigadora Letícia, quando o escritório da empresa, num edifício chique da Av. Berrini, já estava cheio de policiais, cerca de duas horas depois do início do expediente. Letícia fazia anotações em seu caderninho e, de vez em quando, desviava o seu olhar para a cena da senhora de cabelos encaracolados com a cara ainda sobre o teclado, um pouco incomodada com a demora dos peritos em liberarem o espaço para que ela pudesse olhar mais de perto.

– Aceita um café ou uma água? – perguntou Lopes à investigadora.

– Os dois, por favor.

 

Lopes era o Gerente de Recrutamento e Seleção. Devido ao seu alto cargo no setor, acabou sendo implicitamente designado a receber e acompanhar o trabalho da polícia. Voltou rápido, trazendo uma xícara com café e um copo descartável com água.

 

– Sr. Lopes, você e a Sra. Inês eram próximos?

– Não, não muito. Nossas funções são complementares, então interagíamos bastante, mas não tínhamos muito relacionamento fora do trabalho.

– Percebeu alguma coisa estranha nessa situação toda?

– Bom, quem encontrou a Inês foi o Miltinho, eu só cheguei meia hora depois…

– Nas últimas semanas, a Sra. Inês estava bem? Apresentou alguma queixa?

– Não, nada.

– Ela estava um pouco agitada, sim… – interrompeu Miltinho.

– Agitada como? – quis saber Letícia.

– Sempre no final do dia, ela ficava meio agitada, preocupada, como quem acabou de descobrir algo de ruim, e passava o final do expediente ouvindo alguma coisa com fones de ouvido.

– No notebook?

– É.

– Deve ser por conta dos resultados dos treinamentos… – complementou Lopes.

– Treinamentos?

– Sim. Os últimos relatórios de resultados do programa de treinamento de colaboradores da empresa estavam com índices muito ruins. A matriz estava pressionando. E a responsabilidade é dela… quer dizer, era…

– Bom, talvez… talvez… os resultados estavam ruins porque ela estava preocupada com alguma outra coisa – disse Miltinho tentando preservar a memória da defunta.

– Nah! Ela estava preocupada porque os resultados estavam ruins, não o contrário. Também, pudera…

 

Letícia e Miltinho ficaram aguardando a conclusão da frase.

 

– Pudera… o quê? – indicou a investigadora.

– Bom… você sabe… A empresa não tem um departamento dedicado de Treinamento e Desenvolvimento. Fica tudo a cargo de uma pessoa do RH, que também é responsável pela compra do Vale Transporte e pela festinha de final de ano. Com um programa de treinamento antiquado como esse, não tinha como ser diferente o resultado. Não adianta nada contratar gente boa, mas não treinar direito. É só talento desperdiçado.

 

Quando os peritos abriram espaço para Letícia, já se sabia que se tratava de uma morte intencional: Homicídio ou Suicídio. Haviam encontrado sinais de aldicarbe, composto do chumbinho, na xícara de café xadrez ao lado do corpo. Letícia agradeceu pela informação, se despediu dos peritos e enviou uma mensagem de WhatsApp para sua filha, dizendo para esquentar no micro-ondas a comida do tupperware que ela havia deixado na geladeira e ir dormir cedo, porque a mamãe demoraria para chegar. Hoje seria mais um dia daqueles.

A murder?! Holy shit…

– Quê?

Sebastião, um menor aprendiz do setor de RH, não entendia inglês e sempre ficava nervoso quando precisava falar com Emma Campbell, uma americana recém enviada pela matriz dos EUA para ser a CEO da empresa no Brasil. Por isso, Sebastião suou frio quando Lopes pediu que ele fosse avisar Emma do ocorrido. Emma falava pouco português, principalmente quando estava nervosa. Quando estava calma, arriscava um pouco mais, mas sua pronúncia era carregada e, na maioria das vezes, era mais fácil entender seu inglês do que sua tentativa de português.

 

How can a fucking murder happen in our office?!

– É, então… tem que ver isso aí…

Where… onde.. está Lopes?

– O Sr. Lopes tá no banheiro.

Bring him.

– Isso, banheiro.

 

__________

 

Ao mesmo tempo que tentava entender o que estava ouvindo nos fones de ouvido, Letícia também olhava um post-it que havia encontrado ao lado do mouse de Inês. Nos fones, uma gravação que parecia ser antiga, em inglês britânico, uma história sobre uma fazenda. No post-it, um estranho diagrama, com várias iniciais.

Lopes se aproximou, seguido por Miltinho.

 

– Encontrou algo?

– Ela recebeu diversos e-mails anônimos nos últimos dias. Em cada um, havia um arquivo de áudio em anexo. Talvez, seja isso que ela estava ouvindo nesses dias, como disse o Sr. Milton.

– Que Sr. Milton?

– Ué, ele.

– Ah, o Miltinho. Sim, tem razão. E do que se tratam os áudios?

– Não sei dizer ao certo… Parece uma história. Como uma novela de rádio. Algo sobre uma fazenda.

– Qual o nome do arquivo? – perguntou Miltinho.

– Deixa eu ver… hummm… esse chama “s1ep4”.

– Season 1, episode 4. É bem comum nomearem assim arquivos de séries na internet. Deve ser alguma série.

– O Miltinho é desses que entendem de séries, videogames, cinema, internet… – explicou mal e porcamente Lopes, colocando tudo no mesmo saco.

– Vê se você sabe do que se trata isso, então…

 

Letícia tirou os fones e os esticou para Miltinho, que teve que se curvar ao lado da cadeira por conta do cumprimento do fio. Bastaram alguns minutos.

 

– Isso é um episódio do “The Archers”.

– Você consegue saber só pelo áudio do episódio?! – Letícia estava realmente surpresa.

– “The Archers” é só áudio… – Lopes começou, mas parou.

– Exato – continuou Miltinho -, é uma série de rádio inglesa. Antiga já. Foi ao ar pela primeira vez em 1951.

– Hum… E você sabe até quando foi transmitida?

– Ainda é. Pela BBC. Seis episódios semanais, desde 1951. Por isso, é considerado um dos maiores programas de rádio da História.

– Puxa, nunca tinha ouvido falar… – Letícia ficou em silêncio por alguns instantes, enquanto anotava informações no seu caderninho – Do que se trata?

– Basicamente, conta a história da família Archer, de fazendas familiares, da vida no campo. Quando criaram a série, a Inglaterra estava no período pós-guerra, então a série tinha uma segunda intenção. Além de entreter, também tinha o intuito de passar informações aos fazendeiros e pequenos agricultores que auxiliassem no aumento da produtividade no campo.

– E deu certo?

– Bom, a série tinha nove milhões de ouvintes já em 1953.

– Hum… E isso aqui? – estendendo o post-it – Algum de vocês sabe o que é?

 

Lopes pegou o post-it e o examinou por alguns instantes. Nesse momento, Sebastião chegou e informou Lopes que a CEO o aguardava. Ele passou o post-it para Miltinho, pediu licença e saiu.

– Parecem iniciais… – disse, examinando o diagrama desenhado.

– Sim, mas iniciais de quê?

– Nomes? – sugeriu Sebastião, que tinha ficado entre eles sem ser convidado.

– Improvável – concluiu Letícia. – Uma das siglas é C4D, tem um número no meio. Não devem ser nomes.

– É, tem razão… – Miltinho estava pensativo. – Por outro lado, tem algumas coincidências, porque, veja… DS, Djair Silvestre é o nome do Diretor Financeiro… ME, tem a Maria Esteves que é a Diretora de Produto…

– E com as iniciais EE, tem alguém? Porque está bem no centro e circulado.

– Hum… Tem a Erminda. Sabe o sobrenome dela, Sebastião?

 

Sebastião esbugalhou os olhos ao responder.

 

– Evangelista.

– E o que essa Erminda Evangelista faz?

 

A inocente pergunta da investigadora fez os garotos esbugalharem ainda mais os olhos e responderem quase em uníssono.

 

– Faz o café.

 

__________

– Você tá falando que meu café matou a dona Inês?!

– Não, Sra. Erminda. Apenas preciso colher as informações que você possa ter sobre o ocorrido. E é a senhora quem faz o café, correto?

– Sim, sou eu, sim, dona…

– … Letícia.

– Dona Letícia. Mas, ó… Eu já faço café aqui há muito tempo e nunca ninguém morreu, que eu saiba! Morreu alguém, Sebastião?!

– Não, mas eu também tô aqui há pouco tempo, né… 

– Tudo bem, Sra. Erminda. Mas, pode me dizer se alguém pode ter mexido no café que você fez à noite?

– À noite? Eu não faço café à noite. O último café, eu passo às quatro da tarde.

– Às quatro?

– É, ué… Quase todo mundo vai embora até as sete. Eu mesmo vou embora às seis. Então, quatro da tarde, passo um café. Seis horas, recolho tudo e lavo as garrafas térmicas. Depois das seis, não tem mais café no escritório, não, dona.

– E para quem fica trabalhando até mais tarde?

– Ah, aí o povo traz o seu. Tem gente que traz umas térmicas de casa. As do escritório são essas.

 

Erminda apontou para uma fileira de garrafas térmicas e xícaras que estavam sobre uma mesa balcão. Todas pretas.

 

__________

 

A sala de Emma Campbell era luxuosa, mas minimalista. Sobre a mesa quase vazia, um iMac de última geração. Nas paredes quase vazias, um Metaesquema original de Hélio Oiticica. Um ou outro item apenas, que eram o suficiente para deixar claro aos mais atenciosos de que quem sentava naquela sala não era qualquer um.

Letícia se recostou em uma das cadeiras em frente à imponente mesa de vidro, tirou seu caderninho do bolso da jaqueta, pigarreou.

 

– Sra. Campbell, o que você poderia me falar sobre a Sra. Inês?

Well… Inês ser profissional ótima. Muito… como diz?… qualified? Competente! Nunca ter any problems com ela. Trabalha na empresa, 15 anos já. Antes de eu entrar.

– E ela se dava bem com todos?

– Sim, todos.

– E o resultado do trabalho estava bom ultimamente?

Sorry…?

– Os resultados. O Lopes disse que ela não vinha entregando bons resultados, é isso?

– Uh, interesting… Ano passado, Inês não se sair bem nos T&D results.

– Oi?

– Uh… Training and Development…? Treinamento and Desenvolvimento. The KPI estavam péssimos. Este ano, nós até pagamos um curso para ela em Estados Unidos. Para ela… you knowupdate… se atualizar!

– Não sei se estou entendendo tudo exatamente, mas quer dizer que ela foi fazer um curso nos EUA neste ano?

– Isso. Inês e Lopes.

– Eles viajaram juntos? Estranho ele não ter comentado nada a respeito. E do que era esse curso?

– Disney.

– Disney?!

Exactly.

– Disney, do Mickey e Pato Donald?

– Sim. Well… O curso ser sobre uma methodology de comunicação de utilizar entertainment techniques para passar conteúdos importantes. E Van Arsdale France utilizou essa methodology na Disney University, o programa de treinamento de colaboradores da Disney. And… you know… Disney ser globalmente reconhecida por conseguir criar profissionais engajados com o… purpose?… propósito da empresa, seus valores. Então, o curso ser sobre a methodology, usando o case da Disney University de exemplo. Inês e Lopes foram fazer esse curso para implantar aqui.

– Interessante. E funcionou?

– Ainda não… Inês não acreditar que essa methodology ser eficiente. Lopes criticar bastante Inês por isso. Ficar bravo.

– Certo… Ok, Sra. Campbell. Obrigada pelo seu tempo.

 

Letícia se levantou e guardou o caderninho de volta no bolso da jaqueta. Cumprimentou Emma Campbell com um aperto de mãos e caminhou até a porta da sala. Já com a mão na maçaneta, lhe ocorreu uma última pergunta.

 

– Como é o nome dessa metodologia?

– Entertainment-Education.

 

__________

 

O dia havia sido comprido e exaustivo. Letícia só queria chegar em casa, tomar um banho e comer o que tivesse sobrado da comida do tupperware. Porém, quando já estava dando a partida na sua EcoSport, no estacionamento da empresa, viu uma garota vindo correndo em sua direção.

 

– Sra. Letícia! Sra. Letícia! Espera um pouco.

– Pois, não?

– Oi, meu nome é Roberta – disse a menina esbaforida e com as bochechas rosadas. – Eu sou do TI. A Sra. Campbell pediu para eu verificar se conseguia identificar a origem dos e-mails anônimos que a Sra. Inês vinha recebendo.

– Boa ideia. E…?

– Eles vêm de uma fonte externa. E o nome de registro da conta não bate com o de ninguém do banco de dados da empresa.

– Qual o nome?

– Miguel Sabido.

 

__________

 

No tupperware ainda tinha arroz e feijão, mas sua filha tinha comido toda a carne com batatas. Letícia enfiou o recipiente no micro-ondas, apertou o botão de ligar três vezes até o tempo de três minutos aparecer no visor e o prato interno começar a girar, então abriu a gaveta do armário da cozinha, pegou um saco de Baconzitos que já tinha sido aberto há algum tempo e começou a comer o resto dos salgadinhos murchos, enquanto sua mente divagava longe.

The Archers… Série de rádio… café envenenado… o diagrama… Entertainment-Education… Miguel Sabido… O que tudo aquilo sugeria…?

De repente, largou o saco de Baconzitos e foi até a sala, onde estava seu notebook. Pensou um pouco… Digitou “Miguel Sabido”. Centenas de resultados. Inclusive um perfil no LinkedIn de um colombiano que fazia empadinhas com logos de empresas para eventos corporativos. Tentou “Miguel Sabido + Entertainment-Education”. Voilà.

Páginas e páginas sobre a metodologia de Entertainment-Education e sobre o pioneiro de sua teoria: Miguel Sabido. Sobre a relevância da série “The Archers”, como uma das primeiras produções do gênero. Descobriu inclusive que, no início, a série tinha tanto objetivo de educação social que era escrita com colaboração do Ministério da Agricultura, Pesca e Alimentos, do Reino Unido. A cada clique, mais os elementos da história se amarravam.

Já estava com os olhos pesados, quase dormindo no sofá, quando clicou no link “Entertainment-Education on the Spectrum”. E lá estavam os significados das iniciais do diagrama.

Todos os elementos da história apontavam para o mesmo tema.

O assassino só poderia ser uma pessoa.

Letícia adormeceu no sofá. E o tupperware no micro-ondas.

 

__________

 

Miltinho, Sebastião, Roberta, Erminda e Emma Campbell olhavam incrédulos enquanto Lopes era levado algemado pelos policiais. Todos os demais colaboradores da empresa também interromperam suas rotinas e não conseguiam prestar atenção em outra coisa, tamanha era a curiosidade sobre o que estava acontecendo no Departamento de RH: Sobre o Gerente de Recrutamento e Seleção que havia assassinado a Gerente de RH por conta da péssima qualidade dos treinamentos.

Já na viatura, Letícia olhou pelo retrovisor e viu que Lopes esboçava um pequeno sorriso, olhando pela janela do banco traseiro e vendo todos os colaboradores esmagados contra as persianas do escritório, tentando ver o movimento na rua. Lopes percebeu de soslaio que Letícia o observava e disse com a voz baixa:

 

– Veja o que uma boa história é capaz de despertar nos funcionários.

– Tudo isso por conta dos treinamentos da Sra. Inês… Eram tão ruins assim?

 

Lopes suspirou.

 

– Você nem imagina… Dava vontade de morrer.

 

__________

 

O conceito de Entertainment-Education (E-E) surge na década de 60, cunhado pelo produtor, escritor e pesquisador mexicano Miguel Sabido, para designar um tipo específico de entretenimento que tinha explícitos impactos sociais.

No entanto, apesar de o termo ter se consolidado apenas na década de 70, a produção de conteúdos educativos envoltos em moldes de entretenimento já é conhecida desde a Grécia Antiga, onde as comédias e tragédias apresentadas em áreas públicas traziam discussões acerca dos assuntos da pólis.

Hoje em dia, a metodologia é utilizada em diversas camadas da Educação, inclusive em programas de Educação Corporativa. Os produtos criados a partir dessa técnica são chamados de Educational Entertainment ou, simplesmente, pelo neologismo Edutainment.

Importante ressaltar que não se trata de apenas criar conteúdos divertidos ou engraçados, mas sim de aplicar as mesmas técnicas utilizadas na produção do entretenimento, a fim de criar engajamento do público e aumentar a retenção do conteúdo transmitido.

Usar o entretenimento como estratégia de treinamento não se limita a contar piadas e rir.

É uma poderosa ferramenta capaz de aumentar o engajamento e garantir a assimilação de novos conceitos. -- Joseph Van Arsdale France

Como assim? Ora, veja: Não é comum que as pessoas consigam maratonar uma série da Netflix por horas a fio? Então, por que, ao serem colocadas numa sala de treinamento, essas mesmas pessoas estão bocejando e olhando o celular após alguns minutos?

Porque, no caso das séries, os produtores respeitam certas técnicas que já se mostraram eficientes para retenção de atenção, tais como a Estrutura de Design de História: Incidente > Progressão > Crise > Clímax > Resolução.

O que se faz no Entertainment-Education nada mais é do que aplicar essas mesmas técnicas para a criação de conteúdos educacionais eficientes, sejam em formato de textos, filmes, games ou outro qualquer.

Nos últimos anos, a metodologia de E-E vem ganhando ainda mais força à medida que pesquisas no campo da Neuroeducação vêm confirmando a eficiência de técnicas que eram aplicadas, até então, de forma intuitiva. Aprendizado Multissensorial, Neurônios Espelho e o impacto das Emoções no processo de formação de memória são apenas alguns exemplos.

Há muito a se escrever sobre o tema.

Mas, fica para o próximo capítulo.

Carlo Pace

Formado em Economia pela PUC, MBA em Gestão de Negócios pela FGV, especialista nas áreas de Comunicação e Criatividade. Sócio e Diretor Executivo da Fun Training. Palestrante de Comunicação e Creative Thinking, escritor, músico, redator de campanhas publicitárias, jingles, e autor e diretor de mais de 30 espetáculos, assistidos por 500 mil pessoas.

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